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Todo pai e mãe vai perder a paciência!

  • Foto do escritor: Paulo Ribeiro
    Paulo Ribeiro
  • 30 de mai. de 2023
  • 1 min de leitura


Frequentemente pais reclamam da dificuldade de estabelecer acordos com seus filhos e de terem seus pedidos atendidos. A busca pelo melhor resultado, a corrida contra o tempo e a autoavaliação do papel de cuidador sobrecarregam os pensamentos e reduzem a tolerância a desafios. Ao viver todas essas questões, é impossível que haja apenas um modo de reação emocional. E muitas destas parecem em desacordo com o que foi planejado ou idealizado. Isto ocorre porque os filhos agem ativamente para descobrir o mundo, seus limites e potencialidades. E esperam que os pais e os que estão a sua volta, respondam a sua curiosidade e enfrentamentos. Quando os pais resistem e continuam presentes, aumenta a sensação de confiança e proteção para continuar se aventurando na vida. As broncas e o compartilhamento do desconforto, apresentam os contornos da convivência. E por estarem buscando incessantemente serem amados, os filhos se deparam com um ponto de virada e com a necessidade de expressar suas vontades e sentimentos de acordo com as regras existentes no mundo, desde antes do seu nascimento.

Quando há apenas imposição de formas de ver o mundo e comportamentos, sem diálogo, os enfrentamentos são a fala explícita do seu filho dizendo: Eu sou! Sou também uma pessoa e preciso ter respeitada minhas vontades. Se não são possíveis, me apresente outros caminhos.

Seu filho sempre vai testar seus limites. Esse é o papel dele! Você está dando conta do seu?

Caso não, a psicoterapia pode ser um importante instrumento para construir outros modos de se relacionar.


José Paulo Ribeiro

CRP: 02/27661

 
 
 

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